• É #incompreensível como é que #existem tantos partidos #contra um só #candidato sendo ele #André Ventura. Como é que este homem faz tanta #impressao a #muita gente que está neste #governo #corrupto. Só #mostram que este #governo atual e os #anteriores estao de tal #maneira #viciados num #governo de #amizades de #contrapartidas #financeiras e entre outros #interesses #obscuros de tal forma que #temem que este #candidato André Ventura venha a #quebrar o laço de #corrupção e de #vícios. Nunca na vida política se viu um caso destes.
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  • 🫟50 ANOS DE CORRUPÇÃO 🫟, O POVINHO GOSTA
    Porque é que, depois de 50 anos de escândalos, corrupção e promessas falhadas, Portugal continua a entregar o poder sempre aos mesmos partidos?

    Esta é uma pergunta que muita gente faz, e não tem uma resposta simples — mas existem várias causas profundas que ajudam a explicar o fenómeno:

    1. Cultura política marcada pela estabilidade

    Depois da ditadura, os portugueses associaram estabilidade a PS e PSD. Foram os partidos que “construíram” a democracia e, por hábito ou segurança, muita gente continua a confiar neles… mesmo quando falham.

    2. Falta de alternativas fortes

    Muitos partidos novos surgem, mas poucos conseguem estrutura, quadros competentes, presença nacional e capacidade de governar. As pessoas acabam por votar “no menos mau”.

    3. Voto por medo

    Existe o pensamento:
    “Se não forem eles, vem pior.”
    O medo da incerteza leva muita gente a manter o voto nos partidos tradicionais.

    4. Aparelhos partidários muito enraizados

    Os grandes partidos têm décadas de redes de influência, cargos autárquicos, associações, juventudes partidárias… é uma máquina gigante que se auto-alimenta e garante votos constantes.

    5. Baixa educação política

    Portugal fala pouco de política nas escolas. Muitos cidadãos não acompanham propostas, não analisam programas, e votam por hábito, família ou simpatia.

    6. Desilusão generalizada

    Quando as pessoas acham que “são todos iguais”, acabam por:
    βœ” votar nos mesmos
    ou
    βœ” não votar — o que beneficia… os mesmos.

    7. Comunicação social dependente e pouco crítica

    Grande parte dos media depende de publicidade estatal e interesses económicos, dando mais palco aos partidos tradicionais e menos visibilidade às alternativas.

    Conclusão

    Portugal não vota sempre nos mesmos porque gosta de ser enganado.
    Portugal vota assim porque está preso a um sistema político que nunca foi verdadeiramente renovado — e porque mudança assusta mais do que a continuidade.

    πŸ“πŸ«Ÿ50 ANOS DE CORRUPÇÃO πŸ“πŸ«Ÿ, O POVINHO GOSTA Porque é que, depois de 50 anos de escândalos, corrupção e promessas falhadas, Portugal continua a entregar o poder sempre aos mesmos partidos? πŸ€” Esta é uma pergunta que muita gente faz, e não tem uma resposta simples — mas existem várias causas profundas que ajudam a explicar o fenómeno: πŸ”Ή 1. Cultura política marcada pela estabilidade Depois da ditadura, os portugueses associaram estabilidade a PS e PSD. Foram os partidos que “construíram” a democracia e, por hábito ou segurança, muita gente continua a confiar neles… mesmo quando falham. πŸ”Ή 2. Falta de alternativas fortes Muitos partidos novos surgem, mas poucos conseguem estrutura, quadros competentes, presença nacional e capacidade de governar. As pessoas acabam por votar “no menos mau”. πŸ”Ή 3. Voto por medo Existe o pensamento: πŸ‘‰ “Se não forem eles, vem pior.” O medo da incerteza leva muita gente a manter o voto nos partidos tradicionais. πŸ”Ή 4. Aparelhos partidários muito enraizados Os grandes partidos têm décadas de redes de influência, cargos autárquicos, associações, juventudes partidárias… é uma máquina gigante que se auto-alimenta e garante votos constantes. πŸ”Ή 5. Baixa educação política Portugal fala pouco de política nas escolas. Muitos cidadãos não acompanham propostas, não analisam programas, e votam por hábito, família ou simpatia. πŸ”Ή 6. Desilusão generalizada Quando as pessoas acham que “são todos iguais”, acabam por: βœ” votar nos mesmos ou βœ” não votar — o que beneficia… os mesmos. πŸ”Ή 7. Comunicação social dependente e pouco crítica Grande parte dos media depende de publicidade estatal e interesses económicos, dando mais palco aos partidos tradicionais e menos visibilidade às alternativas. β–ͺ️Conclusão Portugal não vota sempre nos mesmos porque gosta de ser enganado. Portugal vota assim porque está preso a um sistema político que nunca foi verdadeiramente renovado — e porque mudança assusta mais do que a continuidade.
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  • Patrícia Carvalho, num debate contra comentadores do PSD e PCP, onde a deputada do CHEGA destrói o jornalismo militante com fatos.

    Neste debate, Patrícia Carvalho criticou a falta de resposta do governo em cortar com as gorduras do Estado, como atribuição de dinheiro público a associações e fundações inúteis e irrelevantes.

    O jornalixo, como sempre, defendeu a existência destas fundações que só existem para desviar dinheiro estatal.
    http://www.facebook.com/sharer.php?u=https://zone.dinosmega.com/posts/212

    ❗⛔‼️Patrícia Carvalho, num debate contra comentadores do PSD e PCP, onde a deputada do CHEGA destrói o jornalismo militante com fatos. Neste debate, Patrícia Carvalho criticou a falta de resposta do governo em cortar com as gorduras do Estado, como atribuição de dinheiro público a associações e fundações inúteis e irrelevantes. O jornalixo, como sempre, defendeu a existência destas fundações que só existem para desviar dinheiro estatal.πŸ”΄πŸ’© http://www.facebook.com/sharer.php?u=https://zone.dinosmega.com/posts/212
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